{"id":2353,"date":"2022-11-30T15:57:05","date_gmt":"2022-11-30T19:57:05","guid":{"rendered":"https:\/\/riodacasca.com.br\/wd\/?page_id=2353"},"modified":"2023-01-12T16:20:26","modified_gmt":"2023-01-12T20:20:26","slug":"familia-campos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/riodacasca.com.br\/wd\/familia-campos\/","title":{"rendered":"Familia Corr\u00eaa da Costa"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Pedro Celestino, Corr\u00eaa da Costa<a href=\"https:\/\/www.boamidia.com.br\/pedro-celestino-correa-da-costa\/#disqus_thread\"><\/a><\/h1>\n\n\n\n<p><strong>Foi um homem pragm\u00e1tico de tradicional fam\u00edlia de pol\u00edticos, atingiu ao posto de Coronel do Ex\u00e9rcito, governou o Estado mais de uma vez<\/strong>, em momentos de graves conturba\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e da economia local, havendo deixado um marcante legado, nosso Pal\u00e1cio da Instru\u00e7\u00e3o !<\/p>\n\n\n\n<p><em>V<strong>eio a este mundo em 5 de julho 1860, Pedro Celestino Corr\u00eaa da Costa, nascido no s\u00edtio Bom Jardim<\/strong>, localizado no munic\u00edpio de Chapada dos Guimar\u00e3es,<\/em>&nbsp;sendo este o fruto da uni\u00e3o civil entre o capit\u00e3o Ant\u00f4nio Corr\u00eaa da Costa, com a Sra. In\u00eas Maria Lu\u00edsa da Silva Prado. Curiosamente, seu pai era hom\u00f4nimo do av\u00f4, A. C. C., sendo que este governara Mato Grosso, nos tempos da Prov\u00edncia, d\u00e9cadas de 1830 e 40, tradi\u00e7\u00e3o originada ainda no per\u00edodo da Reg\u00eancia. Come\u00e7ou os estudos no Semin\u00e1rio da Concei\u00e7\u00e3o em Cuiab\u00e1, mas ainda jovem aos 15 anos seguiu para o Rio de Janeiro, realizando o curso de farm\u00e1cia na Faculdade de Medicina, forma em 1881.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Retornando para Cuiab\u00e1, demonstrando seus pendores, em pouco tempo galga a presid\u00eancia da C\u00e2mara Municipal da capital,<\/strong>&nbsp;em seguida duas vezes deputado estadual, pren\u00fancio das vit\u00f3rias. Desde seu primeiro mandato iniciado em 1891, cerrou fileiras com um outro baluarte da nossa hist\u00f3ria o Generoso Pais Leme de Sousa Ponce, companheiros desde o Imp\u00e9rio, que em 1890 fundara em Mato Grosso o Partido Republicano \u2013 PR. Sendo deputados constituintes, elaboram a Constitui\u00e7\u00e3o que elegeu Presidente Manuel Jos\u00e9 Murtinho, membro de um outro poderoso cl\u00e3. Esposou a Sra. Corina Novis Corr\u00eaa da Costa, gerando \u00cdtrio e Fernando, ambos Corr\u00eaa da Costa, seu irm\u00e3o mais velho Ant\u00f4nio, foi deputado federal em 1893, e Presidente entre 1895 at\u00e9 1898 !<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Seguindo Murtinho elegem 1\u00ba Vice-Presidente Generoso Ponce, 2\u00ba Vice Jos\u00e9 da Silva Rondon, e 3\u00ba Vice Pedro Celestino<\/strong>, \u00ednd\u00edcio do que estaria por vir. No final dessa d\u00e9cada, manteve-se firme apoiando G. Ponce, at\u00e9 quando ele rompeu com a prestigiosa fam\u00edlia Murtinho. A querela entre os velhos partid\u00e1rios culmina em 1899 com o cerco da Assembleia Legislativa pela \u201cLegi\u00e3o Campos Sales\u201d, liderada por Ant\u00f4nio Pais de Barros \u2013 Tot\u00f3 Pais, assegurando a elei\u00e7\u00e3o e posse do apirante \u00e0 Presid\u00eancia apoiado pelos Murtinho, Ant\u00f4nio Pedro Alves de Barros. Em 1906 sempre como aliado de Ponce, lutou pela deposi\u00e7\u00e3o do ent\u00e3o Presidente Tot\u00f3 Pais, proprietario da usina de Itaici, que sucumbiu assassinado perto da f\u00e1brica de p\u00f3lvora no Coxip\u00f3. Assume o segundo o mandato na Assembl\u00e9ia de MT em 1908, mas logo em 12 de outubro galga a Presid\u00eancia pela primeira vez, com a ren\u00fancia de Ponce, rivalizando com o grande Sen. Azeredo.<br>Na esfera admistrativa encontrou dificuldades, estando o tesouro bem combalido, foi obrigado a duras medidas, como demitir servidores, cortar gastos, e rever incentivos inerentes \u00e0 ind\u00fastria da borracha, por entender que n\u00e3o havia retorno, ou atender os \u201cinteresses do Estado\u201d. Sua gest\u00e3o caracterizou-se por equilibrar as finan\u00e7as do Estado e a obra do Pal\u00e1cio da Instru\u00e7\u00e3o, imaginou, iniciou um pr\u00e9dio \u00e0 altura da Cuiab\u00e1 moderna que sonhara, preparando os 200 anos !!!<\/p>\n\n\n\n<p>Celestino Corr\u00eaa na vida pol\u00edtica,&nbsp;<strong>refuta com veem\u00eancia as investidas do poderoso Sen. Francisco Azeredo que insistia em ocupar o espa\u00e7o aberto com a sa\u00edda de Generoso Ponce<\/strong>. Contudo, seu advers\u00e1rio demonstrou possuir mais prest\u00edgio e influ\u00eancia junto ao poder central. Insatisfeito com decl\u00ednio do PR gerado por Ponce na alvorada da Rep\u00fablica, P. Celestino criou o Partido Republicano Mato-Grossense \u2013 PRMG, encerrando a presid\u00eancia em 15 de agosto 1911. Logo ap\u00f3s em 7 de novembro desse ano, falece o grande mentor, correligion\u00e1rio Generoso Ponce.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Celestino fez seu sucessor, Joaquim A. Costa Marques<\/strong>, que presidiu MT at\u00e9 1915. Sucedeu-o Caetano Manuel de Faria e Albuquerque, em uma not\u00e1vel vit\u00f3ria apoiado por Azeredo. Acirra a crise devido aproxima\u00e7\u00e3o de Caetano ao PRMG e distribuir cargos a estes, atinge o \u00e1pice na Interven\u00e7\u00e3o Federal em 9 de fevereiro 1917, do Pres. Venceslau Br\u00e1s, um pleito do Senador. Depois do Interventor Camilo Soares de Moura, entra em cena o apaziguador D. Aquino Corr\u00eaa.<br>Pedro Celestino elege-se senador em 1918, renunciando, assume pela segunda vez, a Presid\u00eancia do Estado no dia 22 de janeiro 1922, sucedendo Dom Francisco de Aquino Corr\u00eaa. Esta elei\u00e7\u00e3o selou um ajuste pol\u00edtico celebrado entre o PRMG e PRC, do poderoso Sen. Azeredo. Novamente enfrenta um ca\u00f3tico cen\u00e1rio financeiro, atrav\u00e9s de semelhantes contentoras medidas, suprime os gastos, pessoal e atestando a sua faceta de h\u00e1bil administrador recupera a estabilidade. Apesar de assumir passivo de 5.320:000$000 \u2013 cinco bilh\u00f5es e trezentos e vinte mil contos de r\u00e9is, colheu 4.140:075$343 no exerc\u00edcio anterior, em raz\u00e3o de haver um decl\u00ednio no ciclo da borracha, ainda meou esfor\u00e7os na luta armada, contra o Eng. Morbeck e garimpeiros em terras do Araguaia.<\/p>\n\n\n\n<p>Deteriorando-se a sa\u00fade, cedeu a cadeira ao Vice Estev\u00e3o Alves Correa em 1\u00ba de novembro 1924.<\/p>\n\n\n\n<p>Recuperado, volta a eleger-se pela segunda vez Senador da Rep\u00fablica em 1927\u2026 e apesar de apoiar G. Vargas na elei\u00e7\u00e3o, perde o mandato com a Revolu\u00e7\u00e3o de 24 de outubro 1930. Assim, retorna para vida particular, exercendo o papel de procurador da Empresa Mate Laranjeira. O sobrinho M\u00e1rio Corr\u00eaa da Costa foi Presidente de MT, de 1926\/30, e governador de 1935 a 37. Seu filho \u00cdtrio elegeu-se Deputado Federal entre 1935 e 37, depois de 1955 at\u00e9 67, Fernando foi Senador em 2 gest\u00f5es 1959\/61 e 1967\/75, ainda Governador, tamb\u00e9m 2 vezes 1951\/56 e 1961\/66 ! Esta poderosa fam\u00edlia viu-se desfalcar do grande l\u00edder, em 22 de janeiro 1932 no Rio de Janeiro. Seu nome cobre a vetusta Rua de Cima, onde havia o cine Bandeirantes, e do Jardim \u00e0 Mandioca.\u00a0<strong>A bisneta Tereza Cristina Corr\u00eaa da Costa Dias, Dep. Federal imortaliza ad eternum seus passos\u2026<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>M\u00e1rio Correia da Costa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>*pres. MT 1926-1930; gov. MT 1935-1937.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><em>M\u00e1rio Correia da Costa&nbsp;<\/em>nasceu em Cuiab\u00e1 no dia 4 de fevereiro de 1886, filho de Ant\u00f4nio Correia da Costa e Ant\u00f4nia Leite Correia da Costa. Pertencente a uma fam\u00edlia tradicional na pol\u00edtica mato-grossense: seu tio-bisav\u00f4, Ant\u00f4nio Correia da Costa, governou a prov\u00edncia na d\u00e9cada de 1830, durante a Reg\u00eancia; seu pai, presidiu o estado de 1895 a 1899. Seu tio, Pedro Celestino Correia da Costa, foi governador de Mato Grosso de 1908 a 1911 e de 1922 a 1926 e senador por esse estado de 1918 a 1922 e de 1927 a 1930. Seus primos \u00cdtrio Correia da Costa e Fernando Correia da Costa foram, respectivamente, deputado federal por Mato Grosso de 1935 a 1937 e de 1955 a 1967 e governador do mesmo estado de 1951 a 1956 e de 1961 a 1966.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Formado em medicina, clinicou no Rio de Janeiro, ent\u00e3o Distrito Federal, de 1911 a 1926, quando ingressou na vida pol\u00edtica, eleito para o cargo de presidente do estado de Mato Grosso na sucess\u00e3o de Est\u00eav\u00e3o Alves Correia. Assumindo o governo em janeiro de 1926, exerceu o cargo at\u00e9 o fim do mandato, em 1930, quando foi substitu\u00eddo por An\u00edbal Ben\u00edcio de Toledo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930 voltou \u00e0 pol\u00edtica mato-grossense em 1934, ano em que se verificava forte descontentamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do interventor Le\u00f4nidas Antero de Matos, envolvida em s\u00e9rias dificuldades financeiras. Congregou, ent\u00e3o, as for\u00e7as de oposi\u00e7\u00e3o, formadas pelo Partido Evolucionista e por setores do Partido Liberal, situacionista, em torno da candidatura do chefe de pol\u00edcia do Distrito Federal, Filinto M\u00fcller, ao governo do estado. Com o afastamento de Le\u00f4nidas de Matos em outubro de 1934, resultante da atua\u00e7\u00e3o oposicionista, foi nomeado interventor, em mar\u00e7o do ano seguinte, Fenelon M\u00fcller, irm\u00e3o de Filinto, o qual desistira de sua candidatura em favor do primeiro. A troca, contudo, n\u00e3o foi aceita pelas for\u00e7as oposicionistas e M\u00e1rio Correia da Costa foi lan\u00e7ado candidato da oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Com a instala\u00e7\u00e3o, em setembro de 1935, ap\u00f3s nova interven\u00e7\u00e3o federal no estado, da Assembl\u00e9ia Constituinte de Mato Grosso, foi eleito governador por via indireta, com o apoio de deputados do Partido Liberal e do Partido Evolucionista. Efetuando-se a seguir uma cis\u00e3o na alian\u00e7a que o elegera, fundou, com seus partid\u00e1rios, o Partido Republicano Mato-Grossense. A outra ala dos partidos Evolucionista e Liberal ficou congregada na legenda da Alian\u00e7a Mato-Grossense, liderada pelo capit\u00e3o Filinto M\u00fcller e pelo senador Jos\u00e9 Vilasboas, tornando-se opositora do governo estadual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Com a ocorr\u00eancia, em dezembro de 1936, de um atentado contra os senadores oposicionistas Jo\u00e3o Vilasboas e Vespasiano Barbosa Martins, cuja responsabilidade recairia sobre grupos ligados ao governador, a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica em Mato Grosso degenerou em conflito. Diante disso os deputados da Alian\u00e7a Mato-Grossense, temendo por sua integridade f\u00edsica, pediram asilo no quartel do 16\u00ba Batalh\u00e3o de Ca\u00e7adores, ao mesmo tempo em que era organizada uma campanha, apoiada por Filinto M\u00fcller e pela oposi\u00e7\u00e3o estadual, a favor da interven\u00e7\u00e3o federal em Mato Grosso. Aproveitando-se dessas diverg\u00eancias locais, o governo federal, buscando a consolida\u00e7\u00e3o de seu poder, que se completaria com a implanta\u00e7\u00e3o do Estado Novo, decretou em mar\u00e7o de 1937 a interven\u00e7\u00e3o federal no estado. Dep\u00f4s, ent\u00e3o, o governador M\u00e1rio Correia da Costa e nomeou o capit\u00e3o Manuel Ari da Silva Pires para o cargo de interventor federal. Logo a seguir, o Senado aprovaria a prorroga\u00e7\u00e3o do estado de guerra, em vigor no pa\u00eds desde o ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">M\u00e1rio Correia da Costa seguiu ent\u00e3o para o Rio de Janeiro. Diante das den\u00fancias do senador Vilasboas, que o acusou de in\u00fameros crimes de responsabilidade, organizou-se em Mato Grosso, em junho de 1937, um tribunal especial para julg\u00e1-lo. Faleceu por\u00e9m no dia 7 de setembro de 1937, no Rio de Janeiro, n\u00e3o chegando a ser julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>FONTES: ARQ. GET\u00daLIO VARGAS; CARONE, E.&nbsp;<em>Rep\u00fablica nova;<\/em>&nbsp;CONSULT. MAGALH\u00c3ES, B.; CORREIA FILHO, V.&nbsp;<em>Hist\u00f3ria;&nbsp;<\/em>CORRESP. GOV. EST. MT;&nbsp;<em>Di\u00e1rio de<\/em>&nbsp;<em>Not\u00edcias,&nbsp;<\/em>Rio (14\/9\/37);&nbsp;<em>Grande encic. Delta<\/em>; MENDON\u00c7A, R.&nbsp;<em>Dic.;&nbsp;<\/em>MENDON\u00c7A, R.<em>&nbsp;Hist\u00f3ria;&nbsp;<\/em>PEIXOTO, A.&nbsp;<em>Get\u00falio;&nbsp;<\/em>POPPINO, R.&nbsp;<em>Federal;&nbsp;<\/em>SILVA, H.&nbsp;<em>1937.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www18.fgv.br\/CPDOC\/acervo\/dicionarios\/verbete-biografico\/costa-mario-correia-da\">https:\/\/www18.fgv.br\/CPDOC\/acervo\/dicionarios\/verbete-biografico\/costa-mario-correia-da<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fernando Correia da Costa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>*gov. MT 1951-1956; sen.&nbsp;MT 1959-1961; gov. MT 1961-1966; sen. MT 1967-1975.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fernando Correia da Costa<\/em>&nbsp;nasceu em Cuiab\u00e1 no dia 29 de agosto de 1903, filho de Pedro Celestino Correia da Costa e de Corina Novis Correia da Costa. Seu pai foi governador de Mato Grosso de 1908 a 1911 e de 1922 a 1926 e senador por esse estado de 1918 a 1922 e de 1927 a 1930. Seu sobrinho, Jos\u00e9 Fragelli, foi deputado federal por Mato Grosso de 1955 a 1959 e governador do estado de 1971 a 1976.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1926, formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, no Distrito Federal, e mais tarde, em 1947, iniciou sua vida pol\u00edtica elegendo-se prefeito de Campo Grande \u2014 ent\u00e3o um dos mais importantes munic\u00edpios mato-grossenses e hoje capital de Mato Grosso do Sul \u2014 na legenda da Uni\u00e3o Democr\u00e1tica Nacional (UDN). Em fevereiro de 1950, candidatou-se ao governo do estado, lan\u00e7ado por uma coliga\u00e7\u00e3o da UDN com o Partido Republicano (PR), que recebeu o apoio da ala dissidente do Partido Social Democr\u00e1tico (PSD). Vitorioso no pleito, derrotou o candidato pessedista Filinto M\u00fcller e tomou posse em janeiro de 1951, tendo como vice-governador Jo\u00e3o Leite de Barros.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua gest\u00e3o, deu prosseguimento \u00e0 pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o iniciada por seu antecessor, Arnaldo Est\u00eav\u00e3o de Figueiredo, atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o e do loteamento de n\u00facleos rurais. Instalou a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e Sa\u00fade e a Faculdade de Direito de Mato Grosso. Em julho de 1951 determinou a cria\u00e7\u00e3o do Banco do Estado de Mato Grosso, que apenas mais tarde seria concretizada, e em outubro de 1953 instituiu o Tribunal de Contas. Revisou o contrato de explora\u00e7\u00e3o das jazidas de min\u00e9rios de mangan\u00eas e de ferro da regi\u00e3o de Urucum, no munic\u00edpio de Corumb\u00e1, concedendo-a \u00e0 Sociedade Brasileira de Minera\u00e7\u00e3o Ltda. (Sobramil), por contrato assinado em Cuiab\u00e1 em dezembro de 1953, que previa a extra\u00e7\u00e3o m\u00ednima anual de 50 mil toneladas para uso industrial. Promoveu a abertura de estradas, construiu as sedes dos col\u00e9gios estaduais de Corumb\u00e1 e de Campo Grande, bem como escolas em diversos munic\u00edpios. Criou a assist\u00eancia dent\u00e1ria escolar, instalou postos de sa\u00fade em v\u00e1rias localidades e ambulat\u00f3rios de sa\u00fade mental em Corumb\u00e1 e Campo Grande. Construiu uma usina de pasteuriza\u00e7\u00e3o de leite e derivados e a usina hidrel\u00e9trica n\u00ba 2 de rio da Casca, para o fornecimento de energia a Cuiab\u00e1, inaugurada em dezembro de 1954.<\/p>\n\n\n\n<p>Deixando o governo em janeiro de 1956, foi substitu\u00eddo por Jo\u00e3o Ponce de Arruda. Em outubro de 1958, elegeu-se senador por seu estado na legenda da UDN, iniciando o mandato em fevereiro de 1959. Em outubro de 1960, foi novamente eleito governador do estado, sempre na legenda udenista. Deixou o Senado em janeiro de 1961, quando foi empossado no governo, tendo como vice-governador Jos\u00e9 Garcia Neto.<\/p>\n\n\n\n<p>Em abril do mesmo ano, participou da segunda reuni\u00e3o de governadores convocada por J\u00e2nio Quadros, ent\u00e3o presidente da Rep\u00fablica, que buscava contrabalan\u00e7ar a situa\u00e7\u00e3o minorit\u00e1ria de seu governo na C\u00e2mara e os freq\u00fcentes desacordos com o Parlamento. Nos quatro encontros dessa reuni\u00e3o realizada em Cuiab\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o dos governadores Mauro Borges, de Goi\u00e1s, Abelardo de Alvarenga Mafra, de Rond\u00f4nia, e Jos\u00e9 Altino Machado, do Acre, foram tomadas v\u00e1rias decis\u00f5es de interesse imediato para esses estados, sendo prometidas a Mato Grosso a melhoria do transporte fluvial, a cria\u00e7\u00e3o de uma escola de agronomia em Campo Grande e de uma faculdade de filosofia em Cuiab\u00e1, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o de refinarias de petr\u00f3leo naquela capital e do estabelecimento definitivo do banco do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Contam-se entre suas realiza\u00e7\u00f5es nesse segundo per\u00edodo de governo a cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o de Cr\u00e9dito e Assist\u00eancia Rural de Mato Grosso (Acarmat), da Companhia Agr\u00edcola de Mato Grosso (Camat) e da Companhia de Armaz\u00e9ns e Silos (Casemat), a efetiva\u00e7\u00e3o do Banco do Estado (Bemat) e a constru\u00e7\u00e3o da usina central a\u00e7ucareira de Jaciara. No setor cultural, criou a Funda\u00e7\u00e3o do Ensino Prim\u00e1rio (Fundeprim), constitu\u00edda pelo Centro do Magist\u00e9rio Prim\u00e1rio e pelo Centro de Pesquisas e Pedagogia, e fundou tamb\u00e9m o Instituto de Previd\u00eancia de Mato Grosso (Ipmat).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 30 de mar\u00e7o de 1964, juntamente com o governador Nei Braga, do Paran\u00e1, aderiu ao movimento pol\u00edtico-militar contra o presidente Jo\u00e3o Goulart \u2014 que ent\u00e3o j\u00e1 contava como apoio de diversos governadores, entre os quais Jos\u00e9 Magalh\u00e3es Pinto, de Minas, Carlos Lacerda, da Guanabara, e Ademar de Barros, de S\u00e3o Paulo \u2014, na expectativa de que culminasse na escolha de um presidente da Rep\u00fablica cujas fun\u00e7\u00f5es n\u00e3o fossem transit\u00f3rias, permitindo a continuidade do processo pol\u00edtico-administrativo. No dia 31 de mar\u00e7o, Goulart foi deposto e uma junta militar assumiu o poder. No dia 11 de abril, o Congresso Nacional elegeu o general Humberto de Alencar Castelo Branco presidente da Rep\u00fablica, ocasi\u00e3o em que j\u00e1 se haviam efetuado in\u00fameras cassa\u00e7\u00f5es de mandatos parlamentares por for\u00e7a do Ato Institucional n\u00ba 1 (9\/4\/1964),decretado pela junta militar.<\/p>\n\n\n\n<p>Correia da Costa foi mantido no governo pelo novo poder institu\u00eddo e, com a extin\u00e7\u00e3o dos partidos pol\u00edticos pelo Ato Institucional n\u00ba 2 (27\/10\/1965) e a posterior instaura\u00e7\u00e3o do bipartidarismo, filiou-se \u00e0 Alian\u00e7a Renovadora Nacional (Arena), de orienta\u00e7\u00e3o governista. Com o t\u00e9rmino de seu mandato, em janeiro de 1966 passou o governo de Mato Grosso a Pedro Pedrossian, eleito em outubro do ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Candidato a senador em uma das sublegendas da Arena de seu estado nas elei\u00e7\u00f5es de novembro de 1966, derrotou o outro candidato do partido, Ponce de Arruda, e o candidato do partido oposicionista \u2014 Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (MDB) \u2014, Henrique Gomes. Deu in\u00edcio ao segundo mandato como senador em fevereiro de 1967 e em 1970 foi eleito primeiro-secret\u00e1rio da mesa. Em 1971 foi observador do Senado no Congresso Parlamentar Latino-Americano, realizado em Caracas. Nessa legislatura, foi membro das comiss\u00f5es de Valoriza\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e do Distrito Federal, suplente da Comiss\u00e3o de Agricultura e presidente da Comiss\u00e3o de Sa\u00fade do Senado, onde permaneceu at\u00e9 janeiro de 1975, quando afastou-se das atividades pol\u00edticas, dedicando-se \u00e0s atividades agropecu\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de pol\u00edtico, exerceu a medicina, foi diretor do Hospital de Campo Grande e professor da Faculdade Mato-Grossense de Odontologia e Farm\u00e1cia.<\/p>\n\n\n\n<p>Faleceu em Campo Grande no dia 10 de dezembro de 1987.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi casado com Maria Elisa Bocaiuva Correia da Costa, com quem teve dois filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>FONTES: BENEVIDES, M.&nbsp;<em>Governo Kubitschek;<\/em>&nbsp;CAF\u00c9 FILHO,J.<em>&nbsp;Sindicato;&nbsp;<\/em>CORREIA FILHO, V.&nbsp;<em>Hist\u00f3ria;&nbsp;<\/em>CORRESP. GOV. EST. MT; COUTINHO, A.&nbsp;<em>Brasil; Di\u00e1rio do Congresso Nacional; Efem\u00e9rides paulistas; Encic. Mirador; Grande encic. Delta;&nbsp;<\/em>HIP\u00d3LITO, L.&nbsp;<em>Campanha;<\/em>&nbsp;INF. FAM.;<em>&nbsp;Jornal do Brasil&nbsp;<\/em>(16\/10\/72); MENDON\u00c7A, R.&nbsp;<em>Dic.;&nbsp;<\/em>MENDON\u00c7A, R.&nbsp;<em>Hist\u00f3ria; Perfil&nbsp;<\/em>(1972); QUADROS, J.<em>&nbsp;Hist\u00f3ria;<\/em>&nbsp;SENADO.<em>&nbsp;Dados biogr\u00e1ficos;&nbsp;<\/em>SENADO.<em>&nbsp;Endere\u00e7os;&nbsp;<\/em>SENADO.<em>&nbsp;Rela\u00e7\u00e3o;&nbsp;<\/em>V\u00cdTOR, M.&nbsp;<em>Cinco<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www18.fgv.br\/CPDOC\/acervo\/dicionarios\/verbete-biografico\/costa-fernando-correia-da\">https:\/\/www18.fgv.br\/CPDOC\/acervo\/dicionarios\/verbete-biografico\/costa-fernando-correia-da<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Antonio Correia da Costa Neto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>*dep. fed. MT 1980-1982.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Ant\u00f4nio Correia da Costa Neto<\/em>&nbsp;nasceu em Ros\u00e1rio Oeste (MT) no dia 5 de julho de 1926, filho de \u00c1lvaro Correia da Costa e de Ala\u00edde de Lima Correia. Seu av\u00f4 paterno, Ant\u00f4nio Correia da Costa, governou Mato Grosso entre 1895 e 1898.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1952, concluiu a Faculdade de Odontologia de Belo Horizonte pela Universidade de Minas Gerais. Formou-se em medicina pela Universidade do Brasil, no ano de 1959.<\/p>\n\n\n\n<p>Presidente da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica de Mato Grosso entre 1970 e 1972, no pleito de novembro de 1974, elegeu-se deputado estadual na legenda da Alian\u00e7a Renovadora Nacional (Arena), partido de apoio ao regime militar instalado no pa\u00eds em abril de 1964, tendo ocupado a presid\u00eancia da Comiss\u00e3o de Sa\u00fade e Assist\u00eancia Social, e a Comiss\u00e3o de Divis\u00e3o do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>No pleito de novembro de 1978, concorreu a deputado federal pela legenda arenista, conseguindo a primeira supl\u00eancia. Com o fim do bipartidarismo e a conseq\u00fcente reorganiza\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria em 1979, filiou-se ao Partido Democr\u00e1tico Social (PDS).<\/p>\n\n\n\n<p>Assumiu o mandato em 1980, na vaga de Afro Stefanini. Integrou, na C\u00e2mara dos Deputados, a Comiss\u00e3o de Agricultura e Pol\u00edtica Rural e a supl\u00eancia da Comiss\u00e3o do Interior. Deixou a C\u00e2mara dos Deputados em janeiro de 1982, sem concorrer \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o em novembro do mesmo ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi m\u00e9dico-chefe do Centro de Sa\u00fade de Cuiab\u00e1, do Departamento de Sa\u00fade e da Medicina Rural de Mato Grosso; contabilista da Inspetoria de Estat\u00edstica de Belo Horizonte; redator do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE); chefe do Servi\u00e7o M\u00e9dico-Odontol\u00f3gico da Escola T\u00e9cnica Federal de Mato Grosso.<\/p>\n\n\n\n<p>Faleceu em 16 de setembro de 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi casado&nbsp;com Elza Correia da Costa, com quem teve dois filhos. Era casado em segundas n\u00fapcias com Marli do Esp\u00edrito Santo Corr\u00eaa da Costa.<\/p>\n\n\n\n<p>FONTES: C\u00c2M. DEP. Deputados brasileiros. Repert\u00f3rio (1979-1983); TRIB. SUP. ELEIT. Dados estat\u00edsticos (11); Portal do Tribunal de Contas do Estado dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.tce.mt.gov.br\/\">www.tce.mt.gov.br<\/a>&nbsp;(acesso em 6\/9\/2009).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00cdtrio Correia da Costa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>*dep. fed. MT 1935-1937 e 1955-1967.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00cdtrio Correia da Costa<\/em>&nbsp;nasceu em Cuiab\u00e1 no dia 7 de julho de 1895, filho de Pedro Celestino Correia da Costa e de Corina Novis Correia da Costa. Pertencia a uma fam\u00edlia tradicional na pol\u00edtica mato-grossense: seu bisav\u00f4, Ant\u00f4nio Correia da Costa, governou a prov\u00edncia na d\u00e9cada de 1830, durante a Reg\u00eancia; seu tio, hom\u00f4nimo deste, presidiu o estado de 1895 a 1899; seu pai foi presidente estadual de 1922 a 1926; seu primo M\u00e1rio foi presidente do estado de 1926 a 1930 e governador de 1935 a 1937, e seu irm\u00e3o Fernando foi duas vezes governador, de 1951 a 1956 e de 1961 a 1966. Seu sobrinho, Jos\u00e9 Fragelli, foi deputado federal por Mato Grosso de 1955 a 1959 e governador do estado de 1971 a 1976.<\/p>\n\n\n\n<p>Cursou a Escola Polit\u00e9cnica do Rio de Janeiro, ent\u00e3o Distrito Federal, formando-se engenheiro civil. Transferindo-se para Campo Grande, hoje capital do estado de Mato Grosso do Sul, foi vereador e mais tarde prefeito da cidade. Trabalhou ainda como engenheiro na Companhia Minas e Via\u00e7\u00e3o do Estado de Mato Grosso, nos estudos e na constru\u00e7\u00e3o das minas de mangan\u00eas de Urucum, no sudoeste do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi um dos fundadores, em 22 de mar\u00e7o de 1933, do Partido Liberal Mato-Grossense (PLM), o qual, liderado pelo interventor federal Le\u00f4nidas Antero de Matos, visava a concorrer \u00e0 Assembl\u00e9ia Nacional Constituinte, pretendendo ligar-se a um futuro partido nacional. Participou da primeira comiss\u00e3o executiva do PLM e, no pleito de outubro de 1934, elegeu-se deputado federal por seu partido. Exerceu o mandato de 3 de maio de 1935 a 10 de novembro de 1937, quando a instaura\u00e7\u00e3o do Estado Novo extinguiu as c\u00e2maras legislativas do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Fez parte do Conselho Nacional do Petr\u00f3leo desde a sua funda\u00e7\u00e3o (29\/4\/1938) at\u00e9 setembro de 1944, ocupando em 1943 o cargo de diretor da segunda divis\u00e3o da comiss\u00e3o executiva do \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No pleito de outubro de 1954, elegeu-se deputado federal por Mato Grosso na legenda da Uni\u00e3o Democr\u00e1tica Nacional (UDN). Assumindo o mandato em fevereiro de 1955, foi reeleito em 1958 e 1962. Em 1957 e em 1961, exerceu a vice-lideran\u00e7a da UDN na C\u00e2mara, tendo integrado as comiss\u00f5es de Transportes, Or\u00e7amento, e Via\u00e7\u00e3o e Obras P\u00fablicas. Em decorr\u00eancia da extin\u00e7\u00e3o dos partidos pol\u00edticos pelo Ato Institucional n\u00ba 2 (27\/10\/1965) e da posterior implanta\u00e7\u00e3o do bipartidarismo, filiou-se \u00e0 Alian\u00e7a Renovadora Nacional (Arena). Nessa legenda concluiu seu mandato em janeiro de 1967.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi ainda membro do Conselho Consultivo do Estado de Mato Grosso e diretor da Comiss\u00e3o de Estradas de Rodagem de Mato Grosso.<\/p>\n\n\n\n<p>Faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1977.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi casado com Adelaide Veloso da Costa, com quem teve quatro filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Deixou publicado&nbsp;<em>Discursos parlamentares,&nbsp;<\/em>1936.<\/p>\n\n\n\n<p>FONTES:&nbsp;<em>Boletim Min. Trab.&nbsp;<\/em>(5\/36); C\u00c2M. DEP.<em>&nbsp;Deputados;&nbsp;<\/em>C\u00c2M. DEP.&nbsp;<em>Deputados brasileiros. Repert\u00f3rio;&nbsp;<\/em>C\u00c2M. DEP.&nbsp;<em>Rela\u00e7\u00e3o nominal dos senhores; Di\u00e1rio do Congresso Nacional; Jornal do Brasil&nbsp;<\/em>(13\/12\/77); MENDON\u00c7A, R.&nbsp;<em>Dic.;&nbsp;<\/em>TRIB. SUP. ELEIT.&nbsp;<em>Dados<\/em>&nbsp;(4 e 6).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pedro Celestino, Corr\u00eaa da Costa Foi um homem pragm\u00e1tico de tradicional fam\u00edlia de pol\u00edticos, atingiu ao posto de Coronel do Ex\u00e9rcito, governou o Estado mais de uma vez, em momentos de graves conturba\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e da economia local, havendo deixado um marcante legado, nosso Pal\u00e1cio da Instru\u00e7\u00e3o ! 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