{"id":2486,"date":"2023-01-12T16:30:20","date_gmt":"2023-01-12T20:30:20","guid":{"rendered":"https:\/\/riodacasca.com.br\/wd\/?p=2486"},"modified":"2023-01-12T16:33:26","modified_gmt":"2023-01-12T20:33:26","slug":"mato-grosso-lutas-entre-1891-e-1906","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/riodacasca.com.br\/wd\/2023\/01\/12\/mato-grosso-lutas-entre-1891-e-1906\/","title":{"rendered":"MATO GROSSO: LUTAS ENTRE 1891 E 1906"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">LUTAS ENTRE 1891 E 1906<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Revolu\u00e7\u00e3o da legalidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img decoding=\"async\" width=\"200\" height=\"129\" src=\"https:\/\/www.eb.mil.br\/image\/image_gallery?uuid=5459b2b3-95d1-4409-8895-7249f3055a24&amp;groupId=10138&amp;t=1333389314095\" alt=\"\"><\/p>\n\n\n\n<p>A not\u00edcia da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica constitu\u00edra surpresa em Mato Grosso, l\u00e1 chegando em 9 de dezembro de 1889. Alvoro\u00e7ados pela desconcertante e inesperada mudan\u00e7a, os pol\u00edticos de Cuiab\u00e1 trataram de organizar um novo governo, pois o presidente da Prov\u00edncia renunciara. Assumiu-o o General Ant\u00f4nio Maria Coelho, escolhido pela Assembl\u00e9ia local e aceito pelo governo provis\u00f3rio da Rep\u00fablica. Dentro de pouco tempo, desgostoso, Deodoro da Fonseca exonerou-o, escolhendo para substitu\u00ed-lo o Tenente-Coronel Frederico Solon de Sampaio Ribeiro, o mesmo que levara ao Imperador a comunica\u00e7\u00e3o de que fora instalado novo regime pol\u00edtico no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Obtivera maioria nas elei\u00e7\u00f5es em Mato Grosso, em 3 de janeiro de 1891, o Partido Nacional, fundado pelo General Ant\u00f4nio Coelho. Como houve fraude, o pleito foi anulado por ordem de Solon Ribeiro, que fez realizar outro pleito a 28 de maio, no qual saiu majorit\u00e1rio o Partido Republicano, fundado por Generoso Paes Leme de Souza Ponce.<\/p>\n\n\n\n<p>O Tenente-Coronel Solon Ribeiro foi ainda em 1891 substitu\u00eddo pelo Coronel Jo\u00e3o Nepomuceno Medeiros Mallet, a quem coube entregar o governo dentro do novo sistema constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>A Assembl\u00e9ia Constituinte instalou-se a 30 de junho, elaborando a Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Mato Grosso promulgada a 15 de agosto. A mesma Assembl\u00e9ia elegeu o Presidente e o Vice-Presidente do Estado respectivamente Manuel Jos\u00e9 Murtinho e Generoso Ponce.<\/p>\n\n\n\n<p>O Partido Nacional n\u00e3o se conformou, crendo que os seus candidatos eleitos em 3 de janeiro \u00e9 que mereciam os cargos; colocou-se na oposi\u00e7\u00e3o, aguardando a primeira oportunidade para depor o novo governo.<\/p>\n\n\n\n<p>A dissolu\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional, a 3 de novembro, originou o movimento de 23 de novembro, encabe\u00e7ado pelo Almirante Cust\u00f3dio de Melo, do qual resultou a ren\u00fancia de Deodoro e a ascens\u00e3o do Marechal Floriano Peixoto \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Este movimento repercutiu em v\u00e1rios Estados brasileiros, inclusive em Mato Grosso, onde os pol\u00edticos da oposi\u00e7\u00e3o, conseguindo o apoio das guarni\u00e7\u00f5es militares sediadas em Cuiab\u00e1, Corumb\u00e1, Nioaque e Miranda, articularam a derrubada do governo estadual.<br>Em Corumb\u00e1, no dia 22 de janeiro de 1892, militares ligados aos civis filiados ao partido da oposi\u00e7\u00e3o, liderados pelo Major An\u00edbal da Mota, depuseram algumas autoridades locais e se dirigiram para Cuiab\u00e1, seguindo, tamb\u00e9m, o 21\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria. Em Cuiab\u00e1, cercaram o Pal\u00e1cio do Governo e intimaram o Presidente a deixar o governo. Os vencedores organizaram uma Junta governativa, destacando-se o Major An\u00edbal da Mota.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Corumb\u00e1, os militares discutiram que posi\u00e7\u00e3o adotar contra o governo federal. O Capit\u00e3o Jos\u00e9 Maria Ferreira aventou a solu\u00e7\u00e3o de declarar livre o Estado, obtendo recursos hipotecando o Estado \u00e0 Inglaterra. O Presidente deposto seguiu para o Rio de Janeiro, em busca de apoio federal, enquanto Generoso Ponce procurava reunir adeptos para o restabelecimento da situa\u00e7\u00e3o. No in\u00edcio de abril, arregimentou nos munic\u00edpios pr\u00f3ximos \u00e0 capital cerca de 1.500 homens. A 10, aproximaram-se e cercaram a cidade, tendo-se realizado um encontro de Ponce com a autoridade que substitu\u00edra a Junta governativa, o Coronel Lu\u00eds Benedito Pereira Leite, que n\u00e3o op\u00f4s resist\u00eancia, renunciando. Decidiu-se o estabelecimento de uma junta militar, comprometida a restituir a normalidade ao Estado e a desempenhar sua miss\u00e3o com isen\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A Junta comunicou ao Presidente da Rep\u00fablica a sua inten\u00e7\u00e3o de proceder ao desarmamento geral, aguardando ordens para entregar o poder a quem fosse determinado. No entanto, oito dias depois, intimada pelos oposicionistas de Corumb\u00e1 que n\u00e3o aprovaram o acordo, devolveu o governo. A decis\u00e3o provocou uma rea\u00e7\u00e3o imediata de Generoso Ponce que reuniu em 15 dias 3 mil homens e marchou para Cuiab\u00e1. Assumiu a chefia do Estado em 7 de maio de 1892, pois o Presidente legal estava ausente de Mato Grosso e, como Vice, deveria substitu\u00ed-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os acontecimentos foram comunicados \u00e0s autoridades federais e em seguida a ordem foi restabelecida nas cidades rebeladas. Apaziguou-se politicamente o Estado, iniciando-se um largo per\u00edodo de paz que permitiu a reorganiza\u00e7\u00e3o administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contesta\u00e7\u00e3o \u00e0 legalidade \u2013 1899<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img decoding=\"async\" width=\"193\" height=\"118\" src=\"https:\/\/www.eb.mil.br\/image\/image_gallery?uuid=54a90d89-1956-400f-a196-146a8366f08b&amp;groupId=10138&amp;t=1333389356561\" alt=\"\"><\/p>\n\n\n\n<p>O resultado das elei\u00e7\u00f5es de 1\u00ba de mar\u00e7o de 1899 deram a vit\u00f3ria ao Dr. Jo\u00e3o F\u00e9lix Peixoto de Azevedo para Presidente do Estado no pr\u00f3ximo per\u00edodo governamental. Sua escolha para candidato, por indica\u00e7\u00e3o de Ponce, provocou cis\u00e3o no Partido Republicano, contrapondo-se-lhe a candidatura de Jos\u00e9 Maria, Metelo, apoiada por Manuel Murtinho. As diverg\u00eancias no partido situacionista provocariam agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica prop\u00edcia a novos movimentos revolucion\u00e1rios. Das duas fac\u00e7\u00f5es, uma queria a anula\u00e7\u00e3o das elei\u00e7\u00f5es, a outra o reconhecimento da vit\u00f3ria do Dr. Jo\u00e3o F\u00e9lix.<\/p>\n\n\n\n<p>O Presidente Ant\u00f4nio Ces\u00e1rio, cujo mandato estava no fim, vendo a gravidade da situa\u00e7\u00e3o, solicitou o aux\u00edlio do governo federal, com a finalidade de manter a ordem. O Presidente Campos Sales julgou inoportuna a interven\u00e7\u00e3o no Estado e determinou ao comandante do Distrito Militar, em Cuiab\u00e1, que as for\u00e7as federais conservassem posi\u00e7\u00e3o de neutralidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando julgaria oportuno intervir o Presidente da Rep\u00fablica ou o seu representante? Quando estivesse vencido? Parece que sim, pois at\u00e9 mesmo elementos de apoio, como o fornecimento de muni\u00e7\u00e3o, foram negados pelo governo federal.<\/p>\n\n\n\n<p>O descontentamento dos que desejavam a anula\u00e7\u00e3o das elei\u00e7\u00f5es originou a cria\u00e7\u00e3o de um grupo rebelde de cerca de 3 mil homens, sob o comando do Coronel Ant\u00f4nio Paes de Barros (Tot\u00f3 Paes) que cercou Cuiab\u00e1 exigindo que a Assembl\u00e9ia, presidida por Ponce, anulasse as elei\u00e7\u00f5es. Nesse ambiente de guerra, reuniram-se os deputados a 10 de abril, sob a amea\u00e7a das for\u00e7as rebeldes, e sem condi\u00e7\u00f5es de, com plena liberdade, solicitar a interven\u00e7\u00e3o federal nos termos do artigo 6\u00ba, par\u00e1grafo 3\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As comunica\u00e7\u00f5es com a capital federal haviam sido interrompidas pelos sediciosos; tentaram os deputados, como \u00faltimo recurso legal, pedir a interven\u00e7\u00e3o do comandante do Distrito Militar, a qual lhes foi negada, dadas as determina\u00e7\u00f5es recebidas anteriormente para manter a neutralidade.<\/p>\n\n\n\n<p>De 10 a 17 de abril, Cuiab\u00e1 transformou-se em campo de batalha, vivendo dias sinistros. Reunidos em sess\u00e3o permanente, os deputados anularam as elei\u00e7\u00f5es de 1\u00ba de mar\u00e7o, evitando que mato-grossenses continuassem uma luta desastrosa.<\/p>\n\n\n\n<p>A 15 de agosto de 1899, elegeu-se Presidente Ant\u00f4nio Pedro Alves de Barros, legitimando o poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse conflito, a for\u00e7a de resist\u00eancia, com o efetivo de 1.300 homens se op\u00f4s a 4 mil revoltosos, conseguindo que os advers\u00e1rios admitissem a sua firme disposi\u00e7\u00e3o e evitassem novos combates, numa quest\u00e3o de objetivos puramente pol\u00edticos. As tropas proporcionaram exemplos de respeito ao advers\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Revolu\u00e7\u00e3o de 1906<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img decoding=\"async\" width=\"197\" height=\"133\" src=\"https:\/\/www.eb.mil.br\/image\/image_gallery?uuid=3480f90e-b995-495e-b2da-c158f830bb0f&amp;groupId=10138&amp;t=1333389391660\" alt=\"\"><\/p>\n\n\n\n<p>O governo de Ant\u00f4nio Pedro n\u00e3o deixou os advers\u00e1rios pol\u00edticos tranq\u00fcilos, sucedendo-se atentados e vitimas fatais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ant\u00f4nio Paes de Barros imp\u00f4s-se na pol\u00edtica mato-grossense gra\u00e7as \u00e0 atua\u00e7\u00e3o contra o governo, conseguindo ser eleito sucessor de Ant\u00f4nio Pedro. Durante o seu governo (1903-1906), o partido oposicionista aumentou muito o n\u00famero de eleitores. Com o apoio das for\u00e7as militares, Generoso Ponce, que estivera dois anos no Paraguai, articulou um movimento de deposi\u00e7\u00e3o de Paes de Barros, a partir de Corumb\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>A derrubada do governo municipal de Pocon\u00e9, por agentes do governo estadual, em plena efervesc\u00eancia dos \u00e2nimos, trouxe o pretexto sofregamente esperado para a explos\u00e3o revolucion\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Os insurgentes, em n\u00famero de 500, reunidos em Corumb\u00e1, sob a chefia de Generoso Ponce, partiram para Cuiab\u00e1 a 17 de maio, subindo o rio Paraguai em 10 embarca\u00e7\u00f5es. Receberam o apoio da popula\u00e7\u00e3o, das autoridades e do 19\u00ba Batalh\u00e3o de Infantaria, de S\u00e3o Lu\u00eds de C\u00e1ceres, revoltado por iniciativa do Tenente Clementino Paran\u00e1. Em seguida, Ponce mandou atacar Pindaival e Itaici, redutos de Paes de Barros, e neste \u00faltimo estabeleceu a sua base operativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Na capital, o Presidente do Estado aguardava as for\u00e7as federais solicitadas ao Presidente da Rep\u00fablica, pois julgava as tropas sediadas na cidade insuficientes para combater os revoltosos.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo federal mandou preparar uma expedi\u00e7\u00e3o comandada pelo Coronel Em\u00eddio Dantas Barreto, com 2 mil homens, para socorrer o Presidente do Estado. Vencendo uma s\u00e9rie de obst\u00e1culos e depois de muitos sacrif\u00edcios, o contingente chegou a Cuiab\u00e1 a 8 de julho, sendo que a vit\u00f3ria da oposi\u00e7\u00e3o j\u00e1 era um fato consumado. Enquanto isso, industriais, fazendeiros, militares, comerciantes e magistrados irmanaram-se pela causa dos revoltosos. Tratava-se de p\u00f4r fim a um per\u00edodo discricion\u00e1rio que tivera in\u00edcio em 1899, com Ant\u00f4nio Pedro Alves de Barros.<\/p>\n\n\n\n<p>As for\u00e7as oposicionistas vindas de C\u00e1ceres, Pocon\u00e9 e Corumb\u00e1 cercaram a capital. Um epis\u00f3dio marcante foi o encontro da for\u00e7a fluvial revolucion\u00e1ria, sob o comando do Tenente Clementino Paran\u00e1, com uma flotilha da Marinha que tentou intercept\u00e1-la na rota C\u00e1ceres-Cuiab\u00e1, sem sucesso.<\/p>\n\n\n\n<p>O Tenente-Coronel Manuel Lopes Carneiro da Fontoura, comandante da guarni\u00e7\u00e3o do Ex\u00e9rcito em Cuiab\u00e1 e o Capit\u00e3o-Tenente Prot\u00f3genes Guimar\u00e3es, que dirigia a Escola de Aprendizes Marinheiros, procederam ao recrutamento de civis. Paes de Barros, com o apoio da pol\u00edcia do Estado, arrebanhou pessoal em Itaici e no Pindaival.<\/p>\n\n\n\n<p>O comandante do &#8220;Ex\u00e9rcito Libertador&#8221; apertou o cerco. Come\u00e7aram a escassear os alimentos na capital. Em Capela, nas proximidades, deu-se o primeiro choque da vanguarda dos insurgentes com os governistas. As for\u00e7as revolucion\u00e1rias entraram em Cuiab\u00e1 a 21 de junho, e no dia 30, Generoso Ponce intimou o Presidente a se render, para evitar maiores sacrif\u00edcios \u00e0 popula\u00e7\u00e3o sitiada.<\/p>\n\n\n\n<p>Ant\u00f4nio Paes de Barros e seus companheiros fi\u00e9is, n\u00e3o aceitando a rendi\u00e7\u00e3o, resolveram fugir para o interior na noite seguinte, mas foram cercados em Coxip\u00f3 do Ouro, a 6 de julho, pelo Coronel Joaquim Caldas e seus soldados, e ap\u00f3s um r\u00e1pido combate foram mortos e feridos alguns de seus acompanhantes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.eb.mil.br\/image\/image_gallery?uuid=f9afaa95-1f4f-4435-a6c1-e91724cd8ac9&amp;groupId=10138&amp;t=1333389421808\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o triunfara. Assumiu o governo o Vice-Presidente Pedro Leite Os\u00f3rio, pacificando Mato Grosso. Voltaram os dias de tranq\u00fcilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A coluna Dantas Barreto n\u00e3o chegou a tempo de poder interferir nos eventos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Li\u00e7\u00f5es do movimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O levante em Corumb\u00e1, o deslocamento pelo rio Paraguai para atingir Cuiab\u00e1, a rebeli\u00e3o de S\u00e3o Lu\u00eds de C\u00e1ceres e o cerco da capital evidenciaram o valor militar das tropas libertadoras. Os homens que encetaram o movimento iriam revelar, durante os acontecimentos, grande coragem, bravura e esp\u00edrito de sacrif\u00edcio. A falta de recursos, as dificuldades de deslocamento e a defici\u00eancia de armamento e muni\u00e7\u00e3o foram superadas com estoicismo e confian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Ex\u00e9rcito Brasileiro \u2014&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.eb.mil.br\/exercito-brasileiro?p_p_id=101&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=maximized&amp;p_p_mode=view&amp;_101_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&amp;_101_assetEntryId=1551135&amp;_101_type=content&amp;_101_urlTitle=mato-grosso-lutas-irregulares-entre-1891-e-1906&amp;_101_redirect=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fexercito-brasileiro%3Fp_p_id%3D3%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dmaximized%26p_p_mode%3Dview%26_3_keywords%3Dcampo%2Bgrande%26_3_advancedSearch%3Dfalse%26_3_groupId%3D0%26_3_delta%3D20%26_3_assetTagNames%3Drepublica%26_3_resetCur%3Dfalse%26_3_andOperator%3Dtrue%26_3_struts_action%3D%252Fsearch%252Fsearch&amp;inheritRedirect=true\">Mato Grosso: Lutas Irregulares entre 1891 e 1906<\/a>. Consultado em 23 de abril de 2021<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LUTAS ENTRE 1891 E 1906 Revolu\u00e7\u00e3o da legalidade A not\u00edcia da Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica constitu\u00edra surpresa em Mato Grosso, l\u00e1 chegando em 9 de dezembro de 1889. Alvoro\u00e7ados pela desconcertante e inesperada mudan\u00e7a, os pol\u00edticos de Cuiab\u00e1 trataram de organizar um novo governo, pois o presidente da Prov\u00edncia renunciara. 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