{"id":2660,"date":"2024-06-12T17:08:43","date_gmt":"2024-06-12T21:08:43","guid":{"rendered":"https:\/\/riodacasca.com.br\/wd\/?p=2660"},"modified":"2024-06-12T17:08:44","modified_gmt":"2024-06-12T21:08:44","slug":"primeira-usina-hidreletrica-da-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/riodacasca.com.br\/wd\/2024\/06\/12\/primeira-usina-hidreletrica-da-america-latina\/","title":{"rendered":"Primeira usina hidrel\u00e9trica da Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><\/h1>\n\n\n\n<p>O Complexo Hidrel\u00e9trico de Marmelos foi fundado em 1889, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Marmelos \u00e9 considerado o primeiro grande parque gerador de energia do Brasil e da Am\u00e9rica do Sul. Hoje, as instala\u00e7\u00f5es que foram um marco para o desenvolvimento do setor el\u00e9trico nacional abrigam um museu e ainda geram energia com as \u00e1guas do Rio Paraibuna.<\/p>\n\n\n\n<p>Idealizada pelo industrial Bernardo Mascarenhas \u2013 tamb\u00e9m fundador da Companhia Mineira de Eletricidade \u2013, a Usina de Marmelos tinha o objetivo de fornecer energia \u00e0 f\u00e1brica t\u00eaxtil do empres\u00e1rio e modernizar as vias p\u00fablicas de Juiz de Fora, at\u00e9 ent\u00e3o iluminadas por lamparinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o gerente de Manuten\u00e7\u00e3o de Ativos de Gera\u00e7\u00e3o Centro Sul da Cemig, William Serrano, ap\u00f3s a constru\u00e7\u00e3o das centrais hidrel\u00e9tricas Marmelos I, IA e II, a pioneira Marmelos Zero teve suas opera\u00e7\u00f5es interrompidas em 1896. \u201cOs avan\u00e7os da engenharia permitiram que novas plantas fossem desenvolvidas, de forma a aproveitar melhor a vaz\u00e3o da Cachoeira dos Marmelos, que inspirou o nome do complexo. Mas isso n\u00e3o tirou o brilho de Marmelos Zero, que contribuiu muito parar alicer\u00e7ar o polo industrial da Zona da Mata no final do s\u00e9culo 19\u201d, argumenta.<\/p>\n\n\n\n<p>A Cemig adquiriu o complexo com as pequenas centrais hidrel\u00e9tricas em 1980. Tr\u00eas anos mais tarde, ap\u00f3s restaura\u00e7\u00e3o, o pr\u00e9dio da Usina de Marmelos Zero foi tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Art\u00edstico e Cultural de Juiz de Fora e transformado em espa\u00e7o cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO mais interessante \u00e9 que, apesar de centen\u00e1rias, as estruturas ainda produzem energia que \u00e9 disponibilizada no Sistema Interligado Nacional (SIN). Hoje, a Usina Marmelos conta com uma pot\u00eancia instalada de 4,8 MW (megawatts), que seria suficiente para atender ao consumo de aproximadamente 13 mil resid\u00eancias\u201d, ressalta William.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Visita ao passado<\/strong><br>Ap\u00f3s ser transformado em espa\u00e7o cultural em meados dos anos 1980 e virar um museu, Marmelos Zero se tornou um destino popular especialmente entre estudantes, pessoas interessadas em engenharia, e turistas que visitam a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO museu abriga um rico acervo com itens que contam a hist\u00f3ria da energia e da usina. \u00c9 uma visita ao passado. Todos ficam fascinados durante o passeio. Para n\u00f3s, da Cemig, \u00e9 satisfat\u00f3rio proporcionar essa experi\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Conhecer o caminho percorrido pela eletricidade, da sua gera\u00e7\u00e3o nas turbinas at\u00e9 a entrega nas resid\u00eancias, contribui inclusive para o uso mais consciente da energia\u201d, acrescenta o gerente.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2014 e 2015, o museu passou novamente por uma ampla reforma. O local foi reaberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o em janeiro deste ano. O museu recebe visitas duas vezes ao m\u00eas, mediante agendamento online no Portal Cemig.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Primeira usina hidrel\u00e9trica da Am\u00e9rica Latina completa 130 anos<\/h1>\n\n\n\n<p>O Complexo Hidrel\u00e9trico de Marmelos completou 130 anos na \u00faltima quinta-feira, dia 5. Fundado em 1889, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Marmelos \u00e9 considerado o primeiro grande parque gerador de energia do Brasil e da Am\u00e9rica do Sul. Hoje, as instala\u00e7\u00f5es que foram um marco para o desenvolvimento do setor el\u00e9trico nacional abrigam um museu e ainda geram energia com as \u00e1guas do Rio Paraibuna.<\/p>\n\n\n\n<p>Idealizada pelo industrial Bernardo Mascarenhas \u2013 tamb\u00e9m fundador da Companhia Mineira de Eletricidade \u2013, a Usina de Marmelos tinha o objetivo de fornecer energia \u00e0 f\u00e1brica t\u00eaxtil do empres\u00e1rio e modernizar as vias p\u00fablicas de Juiz de Fora, at\u00e9 ent\u00e3o iluminadas por lamparinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o gerente de Manuten\u00e7\u00e3o de Ativos de Gera\u00e7\u00e3o Centro Sul da Cemig, William Serrano, ap\u00f3s a constru\u00e7\u00e3o das centrais hidrel\u00e9tricas Marmelos I, IA e II, a pioneira Marmelos Zero teve suas opera\u00e7\u00f5es interrompidas em 1896. \u201cOs avan\u00e7os da engenharia permitiram que novas plantas fossem desenvolvidas, de forma a aproveitar melhor a vaz\u00e3o da Cachoeira dos Marmelos, que inspirou o nome do complexo. Mas isso n\u00e3o tirou o brilho de Marmelos Zero, que contribuiu muito parar alicer\u00e7ar o polo industrial da Zona da Mata no final do s\u00e9culo 19\u201d, argumenta.<\/p>\n\n\n\n<p>A Cemig adquiriu o complexo com as pequenas centrais hidrel\u00e9tricas em 1980. Tr\u00eas anos mais tarde, ap\u00f3s restaura\u00e7\u00e3o, o pr\u00e9dio da Usina de Marmelos Zero foi tombado pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Art\u00edstico e Cultural de Juiz de Fora e transformado em espa\u00e7o cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO mais interessante \u00e9 que, apesar de centen\u00e1rias, as estruturas ainda produzem energia que \u00e9 disponibilizada no Sistema Interligado Nacional (SIN). Hoje, a Usina Marmelos conta com uma pot\u00eancia instalada de 4,8 MW (megawatts), que seria suficiente para atender ao consumo de aproximadamente 13 mil resid\u00eancias\u201d, ressalta William.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Visita ao passado<\/strong><br>Ap\u00f3s ser transformado em espa\u00e7o cultural em meados dos anos 1980 e virar um museu, Marmelos Zero se tornou um destino popular especialmente entre estudantes, pessoas interessadas em engenharia, e turistas que visitam a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO museu abriga um rico acervo com itens que contam a hist\u00f3ria da energia e da usina. \u00c9 uma visita ao passado. Todos ficam fascinados durante o passeio. Para n\u00f3s, da Cemig, \u00e9 satisfat\u00f3rio proporcionar essa experi\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Conhecer o caminho percorrido pela eletricidade, da sua gera\u00e7\u00e3o nas turbinas at\u00e9 a entrega nas resid\u00eancias, contribui inclusive para o uso mais consciente da energia\u201d, acrescenta o gerente.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2014 e 2015, o museu passou novamente por uma ampla reforma. O local foi reaberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o em janeiro deste ano. O museu recebe visitas duas vezes ao m\u00eas, mediante agendamento online no Portal Cemig.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Complexo Hidrel\u00e9trico de Marmelos foi fundado em 1889, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Marmelos \u00e9 considerado o primeiro grande parque gerador de energia do Brasil e da Am\u00e9rica do Sul. 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